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*MEU PERFIL*

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Nome: Nilceu Francisco
Signo: Câncer
Etnia: negra

Aniversário:11 de julho
Coisas que adoro: MPB, Rock, dormir, sexo, amigos, boa conversa, piadas, livros, cinema etc
Coisas das quais não gosto : melancolia; destruição, inveja.

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ESCOLHA A SALA,
CLIQUE E NAVEGUE
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Viva Santo Antônio ! Viva São João ! Viva São Pedro!

História Festas Juninas Norte e Nordeste Comes e Bebes

Milho & Delícias Fotos e Danças Culinária
ria

Músicas Os Caipiras Textos
Quadri
lhas

Brinca
deiras
Simpatias Causos

Fontes Mimos Juninos: Recebi Parin
tins

Forrobodó 2008 Antigo: 2007 Espaço Antigo





DIA DOS NAMORADOS :
CLIQUE NA IMAGEM
ABAIXO !
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*AWARD*

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Fogueira de São João/Juninas


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HISTÓRICO

 

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Créditos 

BY NILCEU

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ELEMENTOS COMPONENTES DAS FESTAS JUNINAS

ALGUNS, CLARO!

 

1. Mastro: levantamento, cantoria, música;


2. Fogueira: fogos de artifícios (orientações com a Brigada

Militar, Corpo de Bombeiros) e balões (sem fogos);

 


3. Rezas no altar do santo, onde “puxam” terços (velação);

Bailes, bandeirolas, enfeites, plantas;


4. Comes e bebes;


5. Procissão noturna;


6. Orvalhada ou lavagem do Santo;


7. Sortes e crendices;


8. Quermesse (leilões, jogos);

9. Pau-de-sebo;

10. Distribuição de pãezinhos (no dia de santo Antônio).



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NA PROGRAMAÇÃO DA FESTA JUNINA NA

TRADIÇÃO GAÚCHA É IMPORTANTE  :

 

 

1. Fincação do mastro com a Bandeirinha;

2. Acendimento da fogueira característica do santo Homenageado;

3. Missa Crioula ou Celebração Crioula;

4. Música Regionalista Gaúcha;


5. Brincadeiras;

 
6. Leilões;

7. Danças folclóricas e tradicionais;


8. Tertúlia livre;

9. Fandango;


10. Bolichos com produtos típicos: churrasco, carreteiro, galinha encilhada, paçoca de charque, pinhão, canjica, pipoca,

pé-de-moleque, pão de milho, pão de ló, batata doce, ambrosia, arroz-de-leite, vinho, quentão, cachaça, etc.)



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ÁLGUMAS  MÚSICAS CAIPIRAS

 

 

Cai, Cai Balão

 

Cai, cai balão/Cai, cai balão/Aqui na minha mão
Não vou lá, não vou lá, não vou lá/Tenho medo de apanhar.

 

Olha Pro Céu Meu Amor
José Fernandes e Luiz Gonzaga

Olha pro céu meu amor / Vê como ele está lindo /
Olha prá quele balão multicor / Como no céu vai sumindo.
Foi numa noite igual a esta / que tu me deste o teu coração/
O céu estava em festa / porque era noite de São João /
Havia balões no ar / xote, baião no salão /
E no terreiro o teu olhar / que incendiou meu coração.

Pedro Antonio e João

Benedito Lacerda e Oswaldo Santiago

Com a filha de João/ Antônio ia se casar/ Mas Pedro fugiu com a noiva/ Na hora de ir pro altar/ A fogueira está queimando/ O balão está subindo/ Antônio estava chorando/ E Pedro estava fugindo/ E no fim dessa história/ Ao apagar-se a fogueira/ João consolava Antônio/ Que caiu na bebedeira.


Sonho de Papel
Carlos Braga e Alberto Ribeiro

O balão vai subindo/ Vem caindo a garoa/ O céu é tão lindo/ E a noite é tão boa/ São João, São João/ Acende a fogueira/ No meu coração.
Sonho de papel/ A girar na escuridão/ Soltei em seu louvor/ No sonho multicor/ Oh! Meu São João.
Meu balão azul/ Foi subindo devagar/ O vento que soprou/ Meu sonho carregou/ Nem vai mais voltar.
 

Capelinha de Melão


João de Barros e Adalberto Ribeiro

Capelinha de melão / É de São João /
É de cravo, é de rosa / É de manjericão.
São João está dormindo / Não me ouve não /
Acordai, acordai / Acordai, João.
Atirei rosas pelo caminho / A ventania veio e levou/
Tu me fizeste com seus espinhos /
Uma coroa de flor.



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Casamento Caipira

   
   Uma das mais divertidas tradições das festas juninas é, sem dúvida, o casamento caipira também chamado de "casório matuto". A representação, em tom de brincadeira, é cheia de malícia e conotações sexuais. A história sofre pequenas variações, mas o enredo é sempre o mesmo: a noiva fica grávida antes do casamento e os pais obrigam o noivo a se casar com ela. Desesperado, o noivo tenta fugir, mas é impedido pelo delegado e seus soldados, que arrastam o "condenado" ao altar e vigiam a cerimônia. Depois que o casamento é realizado, inicia-se a quadrilha.
Os diálogos podem ser criados livremente, desde que as personagens se preocupem em carregar bastante no sotaque caipira. Veja, a seguir uma sugestão para a encenação:

Personagens: Padre, Coroinha, Noiva, Noivo, Delegado, Soldados, Pais da noiva e Padrinhos.

Cenário: representação de um altar de Igreja ou capela. Os convidados estão posicionados em duas fileiras, deixando o centro para a noiva. O padre, no altar, cercado pelos coroinhas e padrinhos, anuncia a chegada da noiva, que entra com o pai.

Padre – A noiva tá chegando! Vamo batê parma pr'ela, pessoar!!! Cadê o noivo ???
Noiva – Ai mãe, ele num vem, acho que vou dismaiá... (simula um desmaio e é acudida pela mãe e pela madrinha. O pai da noiva faz um sinal para o delegado se aproximar e cochicha alguma coisa em seu ouvido. O delegado concorda com a cabeça.)
Delegado – Pera aí seu padre; eu já vô buscá ele. (sai acompanhado por dois soldados armados de espingarda e cassetetes. Em seguida entra o noivo encurralado pelo delegado, que permanece no altar, grande parte da cerimônia, para que o "condenado" não fuja.)
Padre – Bão, vamo começá logo esse casório. Ocê, Ciquinha Dengosa, promete, de coração, prá marido toda vida, o Pedrinho Foguetão?
Noiva – Mas que pregunta isquisita seu vigário faz prá mim... Eu vim aqui mais o Pedrinho num foi prá dizê que sim???
Padre – E ocê Pedrinho, que me olha assim tão prosa, qué mesmo prá sua esposa a Sinhá Chiquinha Dengosa?
Noivo – Num havia de querê, num é essa minha opinião mas, se não caso com a Chiquinha , vô direto pro caixão... (diz isso olhando de esguelha para o delegado, que segura uma espingarda)
Padre – Então, em nome do cravo e do manjericão, caso a Chiquinha Dengosa com o Pedrinho Foguetão! E Viva os noivos!
Convidados - VIVA!!! (conforme os noivos passam, os convidados jogam arroz)
Padre – E vamo pro baile, pessoar!!!

E começa a quadrilha.



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Danças Juninas

Foto crédito : Álvaro Villela

Quadrilha

   Manifestação folclórica típica do ciclo junino, surgiu como uma sátira às danças palacianas européias. Os casais participantes, divididos em duas alas e vestidos com trajes roceiros, desenvolvem uma divertida coreografia ditada pelo "marcador", ao som de conjuntos regionais e músicas próprias da época. Hoje, observa-se em vários estados do Brasil uma mudança na estrutura original da quadrilha - em relação à vestimenta (incluindo um guarda-roupa mais rico e com características do apresentado pelo folclore gaúcho), da coreografia e do repertório musical, que passou a ser mais amplo e não necessariamente relativo ao período.

Dançando a Quadrilha

   Em quase todo o Brasil, a quadrilha é dançada por um número par de casais e a quantidade de participantes da dança é determinada pelo tamanho do espaço que se tem para dançar. A quadrilha é comandada por um marcador, que orienta os casais, usando palavras afrancesadas e portuguesas. Existem diversas marcações para uma quadrilha e, a cada ano, vão surgindo novos comandos, baseados nos acontecimentos nacionais e na criatividade dos grupos e marcadores. A marcação que apresentaremos é uma das mais tradicionais e simples. Os comandos mais utilizados são:

BALANCÊ (balancer) - Balançar o corpo no ritmo da música, marcando o passo, sem sair do lugar. E usado como um grito de incentivo e é repetido quase todas as vezes que termina um passo. Quando um comando é dado só para os cavalheiros, as damas permanecem no BALANCË. E vice-versa.

ANAVAN (en avant - "avancê") - Avante, caminhar balançando os braços.

RETURNÊ (returner) - Voltar aos seus lugares.

TUR (tour) - Dar uma volta: Com a mão direita, o cavalheiro abraça a cintura da dama. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão um giro completo para a direita.
Forma-se uma fileira de damas e outra de cavalheiros. Uma, diante da outra, separadas por uma distância de 2,5m. Cada
cavalheiro fica exatamente em frente à sua dama. Começa a música. BALANCÊ é o primeiro comando.

CUMPRIMENTO ÀS DAMAS OU "CAVALHEIROS CUMPRIMENTAR DAMAS"
Os cavalheiros, balançando o corpo, caminham até as damas e cada um cumprimenta a sua parceira, com mesura, quase se ajoelhando em frente a ela.

CUMPRIMENTO AOS CAVALHEIROS OU "DAMAS CUMPRIMENTAR CAVALHEIROS"
As damas, balançando o corpo, caminham até aos cavalheiros e cada uma cumprimenta o seu parceiro, com mesura, levantando levemente a barra da saia.

DAMAS E CAVALHEIROS TROCAR DE LADO
Os cavalheiros, de mãos dados, dirigem-se para o centro. As damas fazem o mesmo. Ao se aproximarem, todos se soltam. Com os braços levantados, giram pela direita. Soltam-se as mãos, dirigem-se ao lado oposto. Os cavalheiros, de mãos dados, vão para o lugar antes ocupado pelas damas. E vice-versa.

PRIMEIRAS MARCAS AO CENTRO
Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo no. 1 ou 2. Ao comando "Primeiras marcas ao centro , apenas os pares de vão ao centro, cumprimentam-se, voltam, os outros fazem o "passo no lugar . Estando no centro, ao ouvir o marcador pedir balanceio ou giro, executar com o par da fileira oposta. Ouvindo "aos seus lugares , os pares de no. 1 voltam à posição anterior. Ao comando de "Segundas marcas ao centro , os pares de no. 2 fazem o mesmo.

GRANDE PASSEIO
As filas giram pela direita, se emendam em um grande círculo. Cada cavalheiro dá a mão direita à sua parceira. Os casais passeiam em um grande círculo, balançando os braços soltos para baixo, no ritmo da música.

TROCAR DE DAMA
Cavalheiros à frente, ao lado da dama seguinte. O comando é repetido até que cada cavalheiro tenha passado por todas as damas e retornado para a sua parceira.

TROCAR DE CAVALHEIRO
O mesmo procedimento. Cada dama vai passar portadas os cavalheiros até ficar ao lado do seu parceiro.

O TÚNEL
Os casais, de mãos dados, vão andando em fila. Pára o casal da frente, levanta os braços, voltados para dentro, formando um arco. O segundo casal passa por baixo e levanta os braços em arco. O terceiro casal passa pelos dois e faz o mesmo. O procedimento se repete até que todos tenham passado pela ponte.

ANAVAN TUR
A doma e o cavalheiro dançam como no TUR. Após uma volta, a dama passa a dançar com o cavalheiro da frente. O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com todos os cavalheiros e alcançado o seu parceiro.

CAMINHO DA ROÇA
Damas e cavalheiros formam uma só fila. Cada dama à frente do seu parceiro. Seguem na caminhada, braços livres, balançando. Fazem o BALANCË, andando sempre para a direita.

OLHA A COBRA
Damas e cavalheiros, que estavam andando para a direita, voltam-se e caminham em sentido contrário, evitando o perigo. Vários comandos são usados para este passo: "Olha a chuva , "Olha a inflação , Olha o assalto , "Olha o (cita-se o nome de um político impopular na região). A fileira deve ir deslizando como uma cobra pelo chão.

É MENTIRA
Damas e cavalheiros voltam a caminhar para a direita. Já passou o perigo. Era alarme falso.

CARACOL
Damas e cavalheiros estão em uma única fileira. Ao ouvir o comando, o primeiro da fila começa a enrolar a fileira, como um caracol.

DESVIAR
É o palavra-chave para que o guia procure executar o caracol, ao contrário, até todos estarem em linha reta.

A GRANDE RODA
A fila é único agora, saindo do caracol. Forma-se uma roda que se movimenta, sempre de mãos dados, à direita e à esquerdo como for pedido. Neste passo, temos evoluções. Ouvindo "Duas rodas, damas para o centro ; as mulheres vão ao centro, dão as mãos. Na marcação "Duas rodas, cavalheiros para dentro , acontece o inverso, As rodas obedecem ao comando, movimentando para a direita ou para esquerda. Se o pedido for "Damas à esquerda e "Cavalheiros à direita ou vice-versa, uma roda se desloca em sentido contrário à outra, seguindo o comando.

COROAR DAMAS
Volta-se à formação inicial das duas rodas, ficando as damos ao centro. Os cavalheiros, de mãos dados, erguem os braços sobre as cabeças das damas. Abaixam os braços, então, de mãos dados, enlaçando as damas pela cintura. Nesta posição, se deslocam para o lado que o marcador pedir.

COROAR CAVALHEIROS
Os cavalheiros erguem os braços e, ao abaixar, soltam as mãos. Passam a manter os braços balançando, junto ao corpo. São as damas agora, que erguem os braços, de mãos dados, sobre a cabeça dos cavalheiros. Abaixam os braços, com as mãos dados, enlaçando os cavalheiros pela cintura. Se deslocam para o lado que o marcador pedir.

DUAS RODAS
As damas levantam os braços, abaixando em seguida. Continuam de mãos dados, sem enlaçar os cavalheiros, mantendo a roda. A roda dos cavalheiros é também mantida. São novamente duas rodas, movimentando, os duos, no mesmo sentido ou não, segundo o comando. Até a contra-ordem!



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Alguns Símbolos

 

Fogueiras


   Além de ser um elemento de reunião das comunidades e famílias, bem como a lembrança do nascimento de São João, a fogueira tem outros significados milenares: proteção contra maus espíritos, purificação, agradecimento e homenagem a deuses.

 

Fogos de Artifícios


   Segundo a tradição popular, o barulho dos fogos de artifício espanta maus espíritos e acorda São João para a festa.

"Tome muito cuidado!"

Balões

   Simbolizam a oferenda aos céus para a realização de pedidos ou agradecimento de desejos satisfeitos.

"Tome muito cuidado, pois você poderá provocar um incêndio!"

 

Pau-de-sebo

   É uma das brincadeiras mais comuns das festas juninas e tem origem portuguesa. Prêmios são colocados na ponta de um mastro engraxado com sebo. Ganha quem conseguir escalar o mastro, que tem no mínimo 5 metros de altura, e pegar a prenda.



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São Pedro

   São Pedro, ainda segundo a Bíblia, originalmente chamava-se Simão, era natural da Galiléia, das margens do mar de Tiberíades, filho de Jonas e pescador de profissão - sócio de uma pequena frota de barcos pesqueiros. Durante um período de baixa estação de pesca encontrou Jesus, que viu nele um homem autoritário, impulsivo, entusiasmado, franco, bondoso e extremamente generoso. Jesus, então, elegeu-o um de seus escolhidos e o rebatizou de Cefas (pedra, em aramaico) - Pedro - em função de sua firme liderança. A partir desse dia, Simão não seria mais pescador de peixes, mas sim de novos homens, aquele a quem Jesus teria entregue o seu rebanho e a missão de liderar a sua igreja. É considerado o primeiro papa da Igreja Católica, guardião das chaves do céu e responsável pelas chuvas. Foi executado por ordem do imperador Nero, entre os anos 64 e 67 da era cristã; tendo sido crucificado. Segundo os Evangelhos, ele pediu para ficar de cabeça para baixo, a fim de não se assemelhar, na morte, a Jesus, seu mestre.
   O dia 29 de junho, dia dedicado a São Pedro - antigo dia da festa de Rômulo e Remo, considerados pais de Roma - marca o encerramento das comemorações juninas. Neste dia, se dá o roubo do mastro colocado no início de junho, que será devolvido no final de semana mais próximo, para garantir a extensão das comemorações juninas por mais alguns dias.



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São João

 

   São João, segundo a Bíblia, era filho de Zacarias e Isabel, e foi quem batizou Jesus Cristo, com as águas do rio Jordão. Daí vem o nome Batista, o "batizador". A história bíblica descreve Isabel, sua mãe, como prima de Maria, a mãe de Jesus. Segundo os Evangelhos, foi João Batista quem anunciou Jesus Cristo como o Messias. Em suas pregações costumava criticar o rei Herodes Antipas por ter se casado com a mulher - Herodíades - do próprio irmão. Como o profeta era um líder religioso muito venerado pelo povo, o rei temia executá-lo; resolvendo, então, prendê-lo, pois essa era uma forma de mantê-lo calado. Herodíades, no entanto, desejava livrar-se definitivamente dele. Um dia, durante um banquete no palácio, a filha de Herodíades - Salomé - dançou para o rei e o encantou, levando-o a prometer-lhe qualquer coisa que pedisse. Herodíades convenceu a filha a pedir a cabeça de João Batista. Embora contrariado, Herodes cumpriu sua promessa e mandou decapitar o profeta, entregando sua cabeça a Salomé, em uma bandeja. 

 

 


   João Batista foi o profeta que anunciou a chegada eminente de um novo reino, renovando a promessa feita por Deus aos patriarcas do Antigo Testamento. Foi com ele que a missão profética, desenvolvida através de oração e penitência no deserto, atingiu sua plenitude para chamar os homens à conversão. Por sua austeridade e fidelidade cristã, ele é considerado como o último dos profetas e o primeiro dos apóstolos, formado na escola do rio Jordão. Ele cumpriu plenamente sua vocação profética e, através de um gesto de carinho, o próprio Cristo demonstrou o seu agradecimento, deixando-se batizar por João.
   São João é o santo mais festejado no Brasil, principalmente no nordeste, onde acontecem várias festas em sua homenagem. Além de também possuir fama de santo casamenteiro é tido como tendo o poder de encontrar objetos perdidos; além de ser o protetor dos casados e enfermos, no que se refere à dor de cabeça e à de garganta. São João é festejado com os símbolos que evocam o seu nascimento : fogueira, mastro, fogos, capelinha, palha e manjericão.



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Santo Antônio

 

 

   Santo Antônio nasceu em Lisboa, por volta do ano de 1195. Em 1210, pediu ingresso no Mosteiro de São Vicente de Fora, dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho. Em 1220, transferiu-se para a Ordem dos Frades Menores, com o nome de Antônio (Santo Antão, em latim Antonius, padroeiro do convento dos frades de Coimbra, onde ingressou), influenciado pelo trabalho que São Francisco de Assis - eram contemporâneos - vinha desenvolvendo nessa ordem. Em 1222, foi ordenado sacerdote, se revelando um grande pregador contra as injustiças e as desordens sociais, a exploração dos pobres e a má vida de certos setores do clero. Sua fama de pregador e milagroso era tanta que, dez meses após sua morte - que, segundo o Livro dos Milagres, ocorreu no dia 13 de junho, em Pádua, de problemas decorrentes de asma e diabetes, quando contava 36 anos de idade - foi canonizado e recebeu o título de Doutor da Igreja. Sua sepultura, na Basílica de seu nome, em Pádua, é um centro de peregrinações.

   A imagem de Santo Antônio, que Portugal transpôs para o Brasil, é a do protetor dos pobres e necessitados, daquele que socorre as vítimas de injustiças e está sempre ao lado dos mais humildes. Mas há também um lado guerreiro do santo, que tornava e evocação do seu nome, arma contra os perigos do combate. No Brasil, seu papel de militar foi importante também, dadas as inúmeras guerras e revoltas durante as quais era invocado. E tanto fez ao lado das forças armadas brasileiras que recebeu patente e mesmo soldo, em várias companhias do exército brasileiro. Recebeu ainda, por esta razão, o apoio dos militares com dinheiro e prestígio, às suas igrejas, obras e festas. É incontável o número de homenagens a Santo Antônio como igrejas construídas em seu louvor, nomes de ruas, praças, pessoas etc., na história e geografia brasileiras. A sua devoção chegou juntamente com os Franciscanos e trazia duas formas de invocação: para uns era Santo Antônio de Lisboa, em referência ao local onde nasceu; para outros era Santo Antônio de Pádua, referindo-se ao lugar onde morreu e foi sepultado. No entanto, ficou mais conhecido como santo casamenteiro, porque diz uma lenda - que envolve partes de sua vida - que, quando ainda era um estudante no mosteiro em Portugal, protegia as moças pobres que não tinham dinheiro para o dote. Saía à rua pedindo esmolas, que eram dadas às famílias dessas moças e se convertiam no dote, que lhes garantiria o casamento.
   Segundo Gilberto Freire, a escassez de portugueses na colônia, sublinhou o valor do casamento ou mesmo da procriação (com ou sem o casamento), o que tornou populares os santos padroeiros do amor, da fertilidade e das uniões. Assim, os grandes santos nacionais tornaram-se, à época, aqueles aos quais a imaginação popular atribuía milagrosa intervenção capaz de aproximar os sexos, fecundar mulheres, proteger a maternidade, como Santo Antônio, São João e São Pedro. A crença de que Santo Antônio se "devidamente" invocado, perturbado com pedidos de todo tipo e até mesmo "torturado", arranja casamento, mesmo para a mais sem graça das moças, é muito difundida e é a qualidade mais prezada do santo durante as festas juninas. São João também já teve estas funções, e também São Gonçalo (que continua sendo invocado com esta finalidade, no interior do Brasil, principalmente por mulheres mais velhas, solteiras ou viúvas).



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FESTAS JUNINAS :  Origem das Festividades

 

 

 

 

   Para muitos, a explicação para tais festividades é baseada em um trecho da Bíblia (Lc 1,39-45) com acréscimos populares. Quando Maria soube que Isabel, sua prima, estava grávida por obra divina, foi correndo à casa dela para prestar-lhe ajuda. Era grande a alegria de Isabel, pois era idosa e até então estéril. Pela mão de Deus recebeu a graça de conceber um filho e seu nome seria João (João Batista, aquele que batizou Jesus), e ele teria a missão de preparar a vinda do Messias. Depois de passar algum tempo junto a Isabel, Maria teve de retornar, pois já estava grávida.
   Diz a crença popular que surgiu um problema: como o nascimento de João, filho de Isabel, seria comunicado? Isabel morava no alto de uma montanha. Naquela época não havia telefone, fax, correio ou e-mail... Ela teve a idéia de acender uma enorme fogueira que pudesse ser vista à distância, para anunciar a chegada da criança. Mandaria também erguer um mastro bem grande, com um boneco pendurado na ponta. O tempo passou e, do jeitinho que combinaram, foi feito. Lá de longe, Maria avistou o sinal de fumaça, logo depois viu a fogueira. Ela sorriu e compreendeu a mensagem. Foi visitar a prima e amiga e a encontrou com um belo bebê nos braços; era dia 24 de junho. Desde então, a data motivou as festas “Joaninas”. Com o tempo, os festejos se estenderam por todo o mês de junho, para prestar homenagens também a Santo Antônio e São Pedro. E o nome não poderia se tornar outro – festas “Juninas”.



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