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*MEU PERFIL*

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Nome: Nilceu Francisco
Signo: Câncer
Etnia: negra

Aniversário:11 de julho
Coisas que adoro: MPB, Rock, dormir, sexo, amigos, boa conversa, piadas, livros, cinema etc
Coisas das quais não gosto : melancolia; destruição, inveja.

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ESCOLHA A SALA,
CLIQUE E NAVEGUE
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Viva Santo Antônio ! Viva São João ! Viva São Pedro!

História Festas Juninas Norte e Nordeste Comes e Bebes

Milho & Delícias Fotos e Danças Culinária
ria

Músicas Os Caipiras Textos
Quadri
lhas

Brinca
deiras
Simpatias Causos

Fontes Mimos Juninos: Recebi Parin
tins

Forrobodó 2008 Antigo: 2007 Espaço Antigo





DIA DOS NAMORADOS :
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ABAIXO !
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*AWARD*

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Fogueira de São João/Juninas


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HISTÓRICO

 

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- 13/06/2010 a 19/06/2010
- 06/06/2010 a 12/06/2010
- 30/05/2010 a 05/06/2010
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- 21/06/2009 a 27/06/2009
- 14/06/2009 a 20/06/2009
- 31/05/2009 a 06/06/2009
- 17/05/2009 a 23/05/2009


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Créditos 

BY NILCEU

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29  DE  JUNHO

VIVA, SÃO PEDRO ! VIVA, SÃO PAULO!

Principais líderes da Igreja Católica, ambos os santos conviveram com Cristo. Paulo tinha como nome de batismo Saúl e era natural de Tarso. Foi educado para ser um fariseu e perseguiu e matou diversos Cristãos. Converteu-se após ter uma visão de Cristo Ressuscitado lhe chamando para ser um dos apóstolos. Foi missionário e doutrinador e também foi perseguido e martirizado, morrendo decapitado.Ore para ele:

”Ó São Paulo, vós que cumprindo a vontade de Deus, manifestada por vozes de anjos, de espada em punho vos lançastes à luta por Deus e pelo povo Hebreu e Gentio, ajudai-me a perceber no meu íntimo, as aspirações de Deus. Com o auxílio da vossa espada, fazei recuar os meus inimigos que atentam contra a minha fé e a minha pátria.  São Paulo, ajudai-me a vencer as dificuldades no lar, no emprego, no estudo e na vida diária. Que nem opressões, nem ameaças e nem processos me obriguem a recuar, quando estou com a razão e a verdade. São Paulo, iluminai-me, guiai-me, fortalecei-me e defendei-me. Amém.”

São Pedro, o guardião das portas do céu, tinha como nome de batismo Simão e era irmão do apóstolo André. Vivia uma vida desregrada e dizem que tinha gênio forte. Pescador, foi chamado por Jesus para ser um de seus apóstolos e abandonou sua família para seguir Cristo, de quem recebeu o nome Pedro. Fraco na fé, chegou a negar Cristo três vezes durante seu calvário. Foi testemunha da Ressurreição e passou a pregar com mais fé e ardor, sendo considerado o primeiro Papa. Perseguido por sua crença, foi crucificado de cabeça para baixo, a seu próprio pedido, pois dizia não ser digno de morrer como Jesus. Peça sua ajuda:

”Gloriosíssimo São Pedro, creio que vós sois o fundamento da igreja, o pastor universal de todos os fiéis, o depositário das chaves do céu, o verdadeiro vigário de Jesus Cristo; e eu me glorio de ser vossa ovelha, vosso súdito e filho. Uma graça vos peço com toda a minha alma: guardai-me sempre unido a vós e fazei que antes me seja arrancado do peito o coração do que o amor e plena submissão que vos devo nos vossos sucessores, os Pontífices Romanos. Viva e morra como filho vosso e filho da Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana. Assim seja.”

 



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GARANTIDO FICA COM O TÍTULO DA 46ª

EDIÇÃO DO FESTIVAL DE  PARINTINS

 

Nesta segunda-feira, dia 27, o Boi Bumbá Garantido foi eleito o campeão do 46º Festival de Parintins.

O grupo entrou no Bumbódromo com o tema "Miscigenação" e conquistou os jurados numa disputa acirrada: 1.258,8 pontos contra 1.258,6 do Caprichoso, ou seja, apenas dois décimos de diferença.

O Vermelho derrotou o Azul em quesitos como coreografia e música.

Centenas de torcedores fazem festa na Arena do Bumbódromo e nas ruas de Parintins, mas a festa da vitória será realizada somente no sábado, dia 2.

No site oficial do Garantido, o presidente Telo Pinto comemorou o resultado. "É uma vitória de superação e de muita garra”, disse ele parabenizando os torcedores apaixonados que passaram muita energia positiva durante todo o evento.

O dia da apuração

O Festival Folclórico de Parintins acabou na noite deste domingo, dia 26. Com o fim da festa, os turistas foram embora, mas uma pequena multidão voltou ao Bumbódromo da cidade na tarde desta segunda-feira para acompanhar a apuração dos votos e conhecer o novo vencedor da disputa entre os bois.


No grande palco da festa, a galera de ambos os lados não lotou a arquibancada, mas vibrou muito com cada nota alta recebida, ou com os décimos perdidos pelo contrário, como o adversário é chamado.

Lá pelas tantas, surgiu um incauto vestido com uma camiseta vermelha na parte reservada ao Caprichoso. Os torcedores do Azul entoaram um “tira, tira” e o rapaz atendeu prontamente.

Depois, a peça de roupa da discórdia começou a passar de mão em mão, mas um policial pegou a camiseta e acabou com a confusão.

Na sala de imprensa onde a apuração estava sendo realizada, o clima abafado se tornava ainda mais pesado com a tensão da diretoria dos dois bois e a discussão sobre as notas.

Perto do final da apuração, o Garantido, que até então estava pouco atrás, começou a virar e conquistou seu 28º título para a felicidade da Nação Vermelho e Branca.

Tabela dos últimos vencedores:

2011 -  GARANTIDO

2010 -  CAPRICHOSO

ANOVENCEDOR
2009Boi Garantido
2008Boi Caprichoso
2007Boi Caprichoso
2006Boi Garantido
2005Boi Garantido
2004Boi Garantido
2003Boi Caprichoso
2002Boi Garantido
2001Boi Garantido
2000Boi Caprichoso/Boi Garantido (empate)
1999Boi Garantido
1998Boi Caprichoso
1997Boi Garantido
1996Boi Caprichoso
1995Boi Caprichoso
1994Boi Caprichoso
1993Boi Garantido
1992Boi Caprichoso
1991Boi Garantido
1990Boi Caprichoso
1989Boi Garantido
1988Boi Garantido
1987Boi Caprichoso
1986Boi Garantido
1985Boi Caprichoso
1984Boi Garantido
1983Boi Garantido
1982Boi Garantido
1981Boi Garantido
1980Boi Garantido
1979Boi Caprichoso
1978Boi Garantido
1977Boi Garantido
1976Boi Caprichoso
1975Boi Garantido
1974Boi Caprichoso
1973Boi Garantido
1972Boi Caprichoso
1971Boi Garantido
1970Boi Garantido
1969Boi Caprichoso
1968Boi Garantido
1967Boi Garantido
1966Boi Garantido

Total:Boi Garantido: 27
Total:Boi Caprichoso: 16
Empates:1

 

 

 

BAND



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PAMONHAS, PAMONHAS, PAMONHAS.....

Replico aqui a versão na íntegra deste, digamos, pequeno manifesto em defesa da pamonha. Aí vai…
 
Quem nunca ouviu a chamada “Pamonhas, pamonhas, pamonhas. Pamonhas, pamonhas fresquinhas, pamonhas de Piracicaba…”? A gente tenta fugir de alguns “mantras”, mas eles sempre reaparecem quando a gente menos espera.
 
E esse clássico da venda porta a porta apareceu de novo na minha cabeça (e não está querendo sair) há umas semanas, quando fui parar em Patos de Minas, cidade a 400 e poucos quilômetros de Belo Horizonte. Foi nessa viagem que redescobri um dos tesouros da culinária brasileira: ela mesma, a pamonha.
 
Aparentemente simplória, ela detém recortes antropológicos: é um elo ancestral com as culturas indígenas, raízes do nosso Brasil. Não surgiu das cumbucas portuguesas nem dos botequins. Ela vem das tabas, ocas e malocas. Pamonha significa ‘pegajoso’ em tupi (talvez agora você finalmente descobriu porque aquele tio chato é chamado assim). A única modernidade em seu design é o acréscimo do elástico que mantém as palhas dobradas, o que não é motivo de orgulho, já que as cozinheiras antigas usavam fios da palha do milho.
 
Mas pra mim tudo parece meio que misterioso na feitura da pamonha. Como a massa não vaza no cozimento? Podemos usar folha de bananeira, como no abará baiano? Sim. Quem inventou aquele design tão compacto? Na internet, existem dezenas de sites e vídeos que ensinam a preparar a pamonha. Os cozinheiros pouco experientes jamais acertariam o ponto e a amarração das palhas. Vamos combinar: melhor comprar a pamonha pronta.
 
Alguns mercados vendem, algumas tiazinhas fazem por encomenda. E que tal incentivar a venda da pamonha? Tem uma jovem chefe que declara na internet: “Pamonha é chique”. Certíssima.
 
E lá em Patos de Minas existe a pamonharia mais bem-sucedida que já vi. Fica no km 9,5 da BR-354. Seu dono, o pamonheiro Agnaldo Alves Ribeiro, também vende curaus, canjicas, bolachas e doces feitos com milho. Lugar feito pra louvar o milho. Fiquei sabendo que dá pra rechear pamonha com linguiça, guariroba e até com jiló (chamada de pamonha goiana).
 
Depois ainda vi na Wikipedia um texto em inglês que explica tudo, traduzindo até a gravação original que saía dos autofalantes dos carros que distribuíam a famosa “pamonha de Piracicaba”. Afinal, pamonha é cultura, e é uma delícia. É o puro creme do milho verde!

 

Fonte: esta



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   FESTIVAL  PARINTINS COMEÇA DIA

          24-06-2011  ÀS 22H00

A TV  BANDEIRANTES  VAI TRANSMITIR

                     AO VIVO!

        

         SÃO 3 DIAS  DE  FESTAS !



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Piçanã, o destemido tripa de boi do Garantido

 
 
Denildo José Matos Ribeiro, 39 anos, já caiu vestido de boi de uma altura de 15 metros e não morreu. Incorporando o símbolo máximo do Garantido, Piçanã, como é chamado desde criança, faria tudo de novo e até mais.
 
“Se acontecer algo comigo embaixo desse boi, tudo bem. Vão falar de mim por muito tempo. É uma honra porque eu represento uma nação”, diz exibindo a tatuagem da paixão no braço.
 

O tripa de boi vermelho, como reza a tradição, não apenas interpreta o animal em toda a sua glória, mas também constrói a fantasia. “O mestre Jair Mendes me ensinou tudo e me disse, ‘você não tem só que dançar. Se eu construir o boi para você não vai dar certo’”, lembra.
 

Piçanã tem verdadeira devoção por Jair, atualmente no ‘contrário’, o adversário Caprichoso. “Ele é eterno no boi, foi o criador do ‘boi biônico’”. É que até então a fantasia não mexia nenhuma das partes.
 

Hoje, o boi vermelho é formado por 24 peças e mexe o rabo, a orelha, a cabeça e abre a boca (com dentes do animal de verdade). Efeitos especiais incluem um coração que pisca na testa e a fumaça de talco que solta das ventas.
 
Piçanã foi além de seu mestre e reduziu o peso da estrutura de 50 kg para 12 kg usando fibra de vidro. Hoje ele fabrica seis unidades por festival, duas para cada dia, já que há momentos em que o boi surge no alto de uma alegoria e minutos depois no chão.
 

Além disso, a cor branca mancha muito, ao contrário do equivalente Caprichoso. “O preto quanto mais suja melhor”, analisa.
 
Mas é na dança onde Piçanã acredita estar sua verdadeira força. “Escuto muito a minha música e viajo. Apelidei um passo de batida do pênalti, só eu sei fazer”, gaba-se. “Já vi outros tentarem e caírem de bunda”.
 
Apesar do peso reduzido do boi, ele usa de três a quatro calças por noite e fica seis quilos mais magro quando tudo acaba. “Esse corpo aqui peguei para perder no dia”, afirma apontando para a barriguinha proeminente.
 

O tripa é o retrato de uma existência dedicada a um ideal. “Ninguém pode perder sem dar vida, sem dar alma. A gente é como guerreiro da selva, pronto para a batalha”. Piçanã fala sério.
 
Roberto Saraiva/
BAND



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Boi de Rua faz entender como começou a magia do Festival de Parintins

 

 


Na noite deste sábado, dia 18, tive uma experiência única ao participar do Boi de Rua do Caprichoso, junto com uma multidão de torcedores vestidos de azul, retrato perfeito do refrão “Vai estrondar este lugar/ Somos um rio a transbordar/ De emoção/Numa enchente de amor”, presente em uma das músicas o festival deste ano.
 
Saí do hotel onde estamos hospedados em direção a Boca da Francesa, área ligada às raízes do Caprichoso, lá pelas 20h30 e pouco depois estava em meio aos brincantes, que aguardavam o início do trajeto, cujo término fica no centro, na catedral de Nossa Senhora do Carmo.
 
A manifestação folclórica, também realizada pelo Garantido, é a mais tradicional da cidade e preserva as origens da festa, quando os bois, que no início do século 20 eram mais de dois, saíam às ruas com grupos que não chegavam a uma centena de pessoas.
 

Logo de cara, ao me misturar à galera – como aqui é chamada a torcida – , percebi duas coisas: praticamente não havia turistas e parintinenses de todas as idades, desde crianças de colo até senhores e senhoras cantavam animados.
 
Gente como o advogado Narciso Picanço, de 62 anos, que com vários amigos formava o grupo de carregadores de poronga, uma espécie de lamparina com três chamas. Conhecedor profundo da história do Boi de Rua, ele me explicou que era assim que se iluminava a brincadeira antigamente e que participava da festa desta maneira para lembrar o passado.
 

Conversei também com Felipe Sicsu, 26 anos, que toca surdo na Marujada de Guerra, nome do grupo de percussão do Caprichoso. Com seu instrumento ainda no chão, ele também destacou o caráter tradicional da manifestação. “Gosto porque retrata a história”, respondeu-me depois que perguntei a ele sobre o que mais gostava.
 
O boi preto com a estrela na testa, claro, também estava ali e era o centro das atenções, já que todos queriam posar ao seu lado. Perto dele Markinhos, artista que confecciona e manipula a representação do animal, aguardava o momento de dar vida ao símbolo do Caprichoso.
 

Continuei a andar entre a galera até chegar ao início da enorme fila de brincantes onde estava a torcida oficial Raça Azul, formada por jovens, na maior parte adolescentes, organizados como um pelotão.
 
Começou então a primeira toada, interpretada pelos cantores sobre o trio elétrico que acompanhava os pedestres. Foi o sinal para que o pelotão virasse uma massa de braços e pernas dançantes, agitados em coreografia sob o ritmo da música.
 

E assim partiu a festa. No caminho, o boi parava em frente a algumas casas, sinalizadas com uma fogueira na porta, e era reverenciado pelos moradores de maneira comovente, que abraçavam, beijavam e acariciavam a mítica figura.
 

Sem dúvida é o momento mais bonito do Boi de Rua, no qual se percebe nitidamente todo o carinho – muitas vezes devoção – que o povo de Parintins tem por ele.
 
Em um dos endereços, parei para trocar algumas palavras com Odinéia Andrade, de 70 anos, “do Caprichoso desde que se entende por gente”. Cercada pelos netos, genro e amigas, ela me contou que participou ativamente do que hoje se transformou o Festival Folclórico.
 
Emocionada com a visita ilustre, Odinéia poetizou a o trajeto do Azul através da cidade. “Parece que o céu se prolonga para enfeitar as ruas”, disse.
 

Segui o encantamento dos brincantes ainda por algum tempo, mas sabendo que a festa continuaria madrugada adentro e trazido de volta à realidade pelo meu estômago, que reclamava o jantar, decidi deixar, com um certo pesar, o Boi de Rua e toda sua música, energia e alegria, que fazem entender onde nasceu a magia do Festival de Parintins.
 
Rodolfo Bartolini/BAND



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FESTAS JUNINAS, JULINAS.....

 

          

  

CONFIRA  MUITO MAIS DETALHES

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OS SANTOS JUNINOS

 

Santo Antônio (13 de junho)

Além de casamenteiro, Santo Antônio é invocado para achar coisas perdidas. É uma prática comum, no dia em sua homenagem, os jovens fazerem simpatias e "adivinhações" para conquistar alguém ou descobrir quando irá se casar.

O padroeiro dos namorados era português, de uma família tradicional de Lisboa e foi ordenado sacerdote aos 23 anos. Seu nome verdadeiro era Fernando de Bulhões e se tornou Antônio quando ingressou na Ordem de São Francisco de Assis. Começou a fazer os primeiros milagres na África, onde foi pregar o evangelho. Morreu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1231.

Essa é a razão da escolha do dia em sua homenagem. O local de sua morte tornou-se seu sobrenome, ficando então conhecido como Santo Antônio de Pádua.


 

São João (24 de junho)

Vários costumes juninos representam atos em homenagem a São João. A fogueira, por exemplo, lembra o anúncio do nascimento de João Batista, filho de Isabel e primo de Jesus, à Virgem Maria. Como era noite e Isabel morava em uma colina, esta foi a forma encontrada para o aviso.

Por este motivo, nas noites de junho são montadas fogueiras como forma de celebração. Para a Igreja Católica, o acontecimento significa algo mais, o de preparar a vinda de Jesus. No sertão, o batismo de João também é lembrado com banhos à meia-noite no rio mais próximo.


 

São Pedro (29 de junho)

Este pescador tornou-se apóstolo e acompanhou todos os atos da vida de Jesus. O trabalho exercido antes de seguir o messias fez com que fosse considerado o santo dos pescadores. Ele é "O porteiro do céu".

A tradição popular interpreta uma passagem bíblica, em que Jesus Cristo diz: "Eu te darei a chave do reino dos céus. A quem abrires será aberta. A quem fechares será fechada".

Assim como Santo Antônio, o dia em sua homenagem é o mesmo de sua morte, que aconteceu em Roma, em 64 d.C. Acredita-se que tenha sido viúvo, um dos motivos para a devoção das viúvas ao santo. Também é costume acender fogueiras e realizar procissões em sua homenagem no dia 29 de junho.
Ritmos e danças típicas das festas juninas


 

Quadrilha

De origem francesa, a quadrilha era uma dança típica que celebrava os casamentos da aristocracia européia. Dançada em pares, já era praticada no Brasil desde 1820 e foi se popularizando desde então. Os tecidos finos da nobreza francesa deram lugar à chita, tecido mais barato e acessível, e o casamento nobre foi adaptado a uma encenação.

O enredo da união caipira é geralmente o mesmo: a noiva, que geralmente está grávida, é obrigada a casar pelos pais e o noivo recusa, sendo preciso a intervenção da polícia para que o caso se resolva. A quadrilha, como era no começo do século XIX, é realizada como comemoração do casório.

A mudança dos passos é anunciada por um locutor ao som do forró. Existem, hoje, as chamadas quadrilhas estilizadas com passos marcados e coreografias ensaiadas (que mais parecem aulas de ginástica aeróbica) e criadas exclusivamente para uma determinada música.


Forró


Existem duas atribuições para a origem do nome forró. Uma delas é que corresponda etimologicamente ao termo forrobodó, que - na linguagem do caipira brasileiro - quer dizer festança ou baile popular onde há grande animação, fartura de comida e bebida e muita descontração. A outra é ao termo inglês for all (para todos), usado para designar festas feitas nas bases americanas no Nordeste, na época da Segunda Guerra Mundial, e que eram abertas ao público, ou seja, “for all” e a pronúncia local transformou a expressão em forró. A música é tocada à base da sanfona, da zabumba e do triângulo, conhecida como arrasta-pé ou pé-de-serra, sendo esta última considerada a versão mais autêntica. O ritmo sofreu algumas variações e atualmente alguns músicos incorporaram o baixo, a guitarra e a bateria às suas melodias.


Baião

Acredita-se que a palavra baião tenha surgido de bailão, fazendo alusão a "baile grande". Esta dança popular do século XIX permite a improvisação, sendo mais rápido do que o xote que a torna mais viva.

A habilidade nos pés é maior, exigindo movimentos mais velozes do corpo. Os passos são acompanhados por palmas, estalos de dedos e "umbigadas". A marcação da dança segue a musicalidade dos cocos e da sanfona.



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FESTAS JUNINAS: RELEMBRE !

 



As Festas Juninas são celebradas ao longo do mês de junho. Sua origem foram as festas pagãs, com fogueiras e queimas de fogos para afugentar os maus espíritos. Elas começaram nos campos e plantações originando os trajes típicos de caipiras e sinhazinhas, com casamento de roça, discurso do padrinho, as capelinhas decoradas etc.
Com o passar do tempo, as festividades foram tomando um cunho religioso.

Pela tradição, a festa junina consiste em celebrar os bons resultados da colheita e também, pedir que o próximo plantio traga bons frutos. São João é o santo protetor das colheitas e se faz comemorar com seus seguidores: Santo Antonio e São Pedro (assim, 24, 13, 29 de junho).
Esta festividade demonstra devoção e homenagem dos devotos. As festas juninas estão enraizadas de arte popular com suas influências próprias das regiões, cheias de pureza, ingenuidade, poesia e inspiração.
Vamos agora aprender um pouco mais sobre alguns elementos e atividades que toda a festa junina tem, segue:
Fogueira
A fogueira na festa junina representa chama de vida e boas novas. Elas são utilizadas para esquentar as comidas típicas, como canjica, curau e até mesmo o quentão, bebida própria para aquecer em dias de frio, temperada com gengibre. A fogueira, fica em envidência na festa e é rodeada por lanternas e bandeirinhas formando o típico ambiente de arraial.
Música
A música é tocada ao longo da festividade sob o ritmo acentuado de forró. A banda é um item imprescindível, funciona como animadora. A banda esta composta de vários instrumentos como: tambores, bongós, pauzinhos, guisos, reco-reco, berimbau, cackeckê, triângulos, etc.

Dança

Existem diversas danças, mas a mais conhecida é a quadrilha.
A quadrilha é uma dança feita para agradecer a boa colheita e homenagear São João, Santo Antônio e São Pedro. Nela, um marcador comanda a dança. Os comandos devem ser seguidos e respeitados.
Esta dança típica chegou ao Brasil durante o período regencial e fez grande sucesso na corte do Rio de Janeiro, caindo depois no gosto popular. A sanfona, a vila, o violão e o triângulo são instrumentos muito utilizados para acompanhar a quadrilha.
A dança começa com os casais posicionados frente a frente. Os cavalheiros cumprimentam as damas e em seguida, as damas cumprimentam os cavalheiros. Eles trocam de lado, em seguida o cavalheiro busca a dama e começa o grande passeio pela roça. Esse passeio apresenta diversas interferências ditas pelo marcador, como "olha a chuva, "olha a cobra". Ao final, o casal despede-se.
Brincadeiras
Corrida de sapatos
Os sapatos dos participantes da atividade são misturados e colocados a uma certa distância da linha de partida. Após o sinal, os jogadores devem ir pulando com o pé esquerdo até o local onde estão os sapatos estão, calçar e voltar ao ponto de partida. Os participantes que calçarem os sapatos errados ou trocados serão desclassificados.
O jogo também pode ser realizado em equipes. A equipe que terminar de calçar os sapatos e voltar ao ponto de partida primeiro, vence o jogo.
Corrida do ovo
É estabelecido um ponto de partida e de chegada. Os participantes devem estar posicionados no ponto de partida. Eles receberão uma colher com um ovo. A colher é colocada na boca. Vence o participante que chegar ao final primeiro sem derrubar o ovo da colher.


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A FESTA EM PARINTINS É  AZUL

 

 

Conquistando seu 17º título, o Boi Caprichoso foi o grande campeão do 45º Festival de Parintins.

O Bumbá Azul fechou com 1235,4 pontos contra 1225,2 dos vermelhos do Garantido. A apuração do festival foi realizada às 11h desta segunda-feira, dia 28, no Bumbódromo de Parintins.

O Caprichoso  fechou a primeira noite da disputa e encantou o público com o tema "Melodia Natural - Um Canto de Amor à Vida".

Nas duas noites seguintes, abriu o festival, tendo como destaque suas belíssimas alegorias e o vozeirão do levantador de toadas David Assayag, que voltou ao Boi azul após 15 anos no vermelho.

PARABÉNS, CAPRICHOSOS !



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CAPRICHOSO OU GARANTIDO? A APURAÇÃO É HOJE!

 

 

Depois de três dias de belas e acirradas disputas entre os bois Caprichoso e Garantido, chegou a hora de escolher o vencedor do Festival de Parintins de 2010.

Com muita garra e brilho, os lados azul e vermelho mostraram que a escolha dos jurados não será nada fácil. Se o boi da estrela vencer, será seu 19º título, agora, se der o contrário, chega o 27º campeonato do boi de coração vermelho.

Para essa difícil escolha foram selecionados dez jurados: três do Rio Grande do Sul, três do Rio de Janeiro e quatro de Tocantins, tendo um deles como presidente, Diomar Neves, secretário de cultura de Tocantins.

A apuração acontece nessa segunda-feira, dia 28, a partir das 12h (horário de Brasília). Ao vencedor, é só comemorar o título pelas ruas de Parintins e ainda emendar a festa com o jogo do Brasil, que acontece às 15h30 do mesmo dia.



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GARANTIDO E CAPRICHOSO  AGITAM PARINTINS

 

 

O Boi Garantido encerrou, na madrugada desta segunda-feira (28), o 45º Festival Folclórico de Parintins, no interior do Amazonas. O evento, que começou na sexta-feira (25), também reúne o boi bumbá Caprichoso em uma disputa de três noites na arena do bumbódromo, o Centro de Convenções da cidade.

Parintins, uma cidade com pouco mais de 113 mil habitantes, mostra em todo final de mês de junho uma das festas mais grandiosas da cultura brasileira. "Nós temos no Rio de Janeiro com as escolas de samba e em Parintins, as duas festas cênicas mais importantes do mundo", descreve a carnavalesca carioca Maria Augusta, também professora de artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e que adotou Parintins.

A cidade se divide em duas facções para prestigiar o Festival Folclórico que os bois-bumbás Garantido e Caprichoso dentro da arena do bumbódromo, o centro de convenções municipal. Segundo a empresa amazonense de turismo, cerca de 70 mil visitantes que chegam de avião ou barco, praticamente os únicos meios de se chegar à cidade que é uma ilha na margem direita do rio Amazonas, entre os estado do Amazonas e Pará, no meio do caminho entre Manaus e Belém.

Durante três noites, os dois bois apresentam uma ópera popular com temas, personagens, músicas e cenários bem definidos pelos respectivos temas de cada agremiação. Cada uma mobiliza em torno de 4 mil pessoas, entre trabalhadores de galpão, artistas, figurantes, técnicos e figurantes.

Tudo é apresentado sob uma trilha sonora especialmente composta para este determinado ano. Fazendo uma comparação numérica, enquanto cada escola de samba do rio grava um samba enredo, os bois de Parintins gravam, todo ano, em torno de 21 músicas cada, chamadas de toada. Ao todo, uma comissão de jurados, escolhida entre especialistas em arte e cultura nos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Tocantins, avalia 21 itens, entre coletivos e individuais.

O boi Garantido, que tem como cores principais o vermelho e branco, trouxe para a arena do bumbódromo o tema Paixão uma homenagem à cultura nordestina, um dos principais ingredientes da formação do povo parintinense e essência do boi bumbá, herdeiro direto do bumba-meu-boi do Maranhão. "O tema reafirma a importância da contribuição nordestina na transfiguração cultural pela qual passou a Amazônia", escreveu Fred Góes, coordenador da comissão de artes.

Em apresentações de duas horas e meia para cada noite, o Garantido falou dos personagens, crenças, mitos e lendas dos povos ribeirinhos e indígenas. Nesse domingo (27), os antigos batiqueiros, que são brincantes da Batucada, lideraram a chamada que dá início à toda apresentação.

O neto do fundador do Boi, Lindolfo Monteverde, foi quem deu a primeira batida no surdo, instrumento musical símbolo da Batucada. Uma noite de homenagem às brincadeiras folclóricas, aos folguedos que deram origem ao que é hoje o boi de Parintins. Nomes da cultura popular nordestina foram lembrados, como por exemplo, o poeta cearense Patativa do Assaré foi uma das citações. A religiosidade do parintinense foi outro ingrediente da noite. A padroeira de Parintins, Nossa Senhora do Carmo, apareceu no alto da arquibancada trazendo o boi de pano, símbolo do Garantido. A rainha do folclore chegou trazida por uma arara vermelha e saudou a santa.

Ainda na noite de sexta-feira, um dos momentos marcantes aconteceu na primeira noite de festival, durante o ritual indígena, sempre protagonizado pelo pajé, outro item individual. O Garantido encenou o ritual da tribo Tupinambá, residente na região de Parintins. É a "viagem mística" pela qual os jovens candidatos a pajé têm de enfrentar na tribo.

Um cenário gigantesco, feito por módulos móveis em cima de roldanas, foi montado em menos de cinco minutos. O pajé é levantado por cabos de aço numa grande apoteose mística e teatral. As tribos indígenas formam o grupo de figurantes. As coreografias também contam pontos na disputa, assim como a torcida. Este item, por sinal, chama atenção de quem chega aqui pela primeira vez. Durante as apresentações, a torcida do outro boi não pode se manifestar de qualquer maneira. O bumbódromo, que tem capacidade para 35 mil pessoas, tem sua metade praticamente paralisada enquanto a outra parte não só torce e grita pelo seu boi, mas também faz coreografias contando pontos como o item coletivo galera.

E toda essa complexidade artística chama atenção não só do turista convencional, mas de personalidades conhecidas do mundo cultural. Este ano, a baiana Daniela Mercury se rendeu ao boi Garantido e participou diretamente na produção do CD que reuniu as toadas de 2010. Além de gravar uma das faixas junto com o levantador de toadas parintinense Robson Júnior, foi pra dentro da arena e ajudou com sua conhecida voz a apresentação do Garantido. Daniela, embaixadora do Unicef no Brasil, se emocionou ao abrir a noite vermelha e branca cantando o hino nacional brasileiro.

Robson Júnior, que sofreu duas cirurgias do estômago nos últimos dois meses, teve de ser substituído. O paraense Sebastião Júnior, da cidade de Juruti (PA), assumiu a missão de defender o item levantador de toadas. No final, Daniela Mercury se disse emocionada em participar da festa. "Indescritível. Ninguém pode morrer sem ver este espetáculo", resumiu Daniela que também anunciou que vai incluir no seu próximo DVD a toada Paixão de Coração.

Caprichoso mostrou o canto da floresta
O Caprichoso fechou a primeira noite e abriu as apresentações de sábado e domingo. O tema de 2010, O Canto da Floresta, apresentado nas três noites de maneira diferente é um "canto à vida", como explicou Júnior Paulain na arena. Ele concorre ao item apresentador concorrendo, inclusive com o seu irmão mais velho, Israel Paulain que é do Garantido.

No primeira noite, o Caprichoso encheu a arena com seus marujeiros, os componentes da marujada de guerra, a similar oponente da batucada. Com mais de 400 componentes, ela dá a sustentação musical à apresentação. Uma banda completa, com metais, teclados e cordas, executa ao vivo as toadas dentro da arena. Este ano, o boi Caprichoso, caracterizado pelas cores azul e branco, defende o tema Canto da Floresta, uma alusão à vida amazônica, influenciada pela mística, cultura e artes dos povos ribeirinhos e tribos indígenas. A tradição da disputa com o boi contrário, que tem mais de 90 anos em Parintins, também foi lembrada no início da apresentação do Caprichoso. Figuras gigantes, encenando os marujeiros mais conhecidos, formaram a exaltação folclórica. O caboclo pescador foi o personagem principal da figura típica regional, um dos atos principais da apresentação que é avaliada pela comissão de jurados.

Na alusão às lendas amazônicas, o encanto do boto foi a inspiração do Caprichoso. Na explicação do apresentador Júnior Paulain, um dos destaques individuais do boi, o encantamento do boto começa com "um triste e longo assobio que vem do fundo das águas e chega com o vento. As águas se movem com grande intensidade provocando um banzeiro (ondas)...Mascarado pela sombra do chapéu de palha, vai em direção à sua escolhida e a conduz a um mergulho ao reino desconhecido." Foi neste cenário, tipicamente amazônico, que apareceu a rainha do folclore, Brenna Dianáh, representante das lendas e mitos da floresta. A personagem chegou no meio do cenário de cobras-grandes, jacarés e figuras místicas das águas. Um espetáculo que o Caprichoso apresentou em duas horas e meia com o intuito de tirar o título do boi Garantido, campeão do festival em 2009.

Uma alegoria gigantesca foi montada na arena para a encenação do ritual Kaxinawá, a iniciação do jovem guerreiro que pretende entrar no mundo mítico e alucinante do xamanismo. A estrutura cênica montada pelo artista Teco Mendes e sua equipe mostrou árvores falantes, víboras gigantes, plantas carnívoras e outros personagens gerados pelo chá de ayhuasca, tomado pelo candidato a xamã (pajé).

A torcida, como fez o concorrente, fez a sua parte. Agitou a arquibancada durante todo o tempo de apresentação. Em cada momento importante, mudava a coreografia e também os adereços usados. Na encenação da lenda amazônica, a galera encheu o cenário de botos cor de rosa, o principal personagem do ato batizado como "encanto do boto".

O Caprichoso saiu da arena gritando "é campeão" motivado pelas belas apresentações das três noites. O boi que tem suas cores principais o azul e branco tenta tirar o título do Garantido, campeão de 2009.

Mas a a verdade vai ser revelada na manhã desta segunda. A apuração vai ser transmitida para todo o território nacional pela rede Bandeirantes, que transmitiu as três noites também.



Editado por Nilceu

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FESTIVAL EM PARINTINS : A TERRA DOS BUMBÁS

APRESENTAÇÕES : DIAS 25, 26 E 27 DE JUNHO

 

 


BOI CAPRICHOSO - Suas cores são azul e branco e o símbolo é a estrela. A história diz que surgiu no dia 20 de outubro de 1913 de uma promessa dos irmãos Cid que vieram de Crato, Ceará, para tentar a sorte em Parintins. Se conseguissem sucesso na nova terra colocariam um boi para brincar nas festas de São João. Os irmãos Cid conheceram o coronel José Furtado Belém, que sugeriu o nome Caprichoso. O boi era feito de pau por Raimundo Alves, o Mundinho. O Caprichoso tem sua história marcada pela irreverência, inovação, alegorias gigantescas e um certo magnetismo que exerce nos torcedores. É conhecido também como o Boi de Parintins e Diamante Negro.

 

BOI GARANTIDO - A história do Garantido, o vermelho, está ligada a Lindolfo Monteverde que o criou em 12 de junho de 1913 para homenagear seu avô que lhe contava histórias de bumbás. O vermelho e branco é apelidado de “boi da Promessa”, decorrente de uma promessa feita por Lindolfo a São João Batista. O Garantido tem como símbolo o coração na testa. O local onde aconteceu a fundação do bumbá se chamava estrada Terra Santa e hoje é a avenida Lindolfo Monteverde. O Garantido também é conhecido de "Boi do Povão".

 

O palco da festa

 

O  Bumbódromo  fica  localizado na Avenida Nações Unidas, é a arena de apresentação dos bois. Dividido em duas partes, de um lado vermelho do Garantido e de outro, azul do Caprichoso. Foi inaugurado em 1988 e tem o formato estilizado de um boi, com capacidade para 35 mil pessoas nas arquibancadas, cadeiras numeradas e camarotes. O acesso é por rampas laterais. Os ingressos dão a indicação do boi e da cor escolhida. O lado azul, galera do Caprichoso, e vermelho, galera do Garantido. O Bumbódromo é o palco de um espetáculo fascinante. Poucas emoções se comparam à entrada de um boi na arena. O público vai ao delírio.

Fonte : esta



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Tradições nordestinas marcam festa junina do Sambódromo de São Paulo

 


Durante três dias seguidos, o Sambódromo do Anhembi, na zona norte de São Paulo, festeja são João com um gigantesco evento que começa na sexta-feira (18).
A festa junina de são João terá shows, e os nove Estados nordestinos estarão representados através de artesanatos, comidas e bebidas típicas. Alunos da rede pública de ensino farão a apresentação de quadrilhas.

A expectativa é de que 90 mil pessoas participem da festa, de acordo com estimativas da SPTuris. Para transportar o público ao Nordeste, será montada uma cidade cenográfica de 30 mil m² no Sambódromo.


 


Cantores como Elba Ramalho, Chiclete com Banana, Alceu Valença, Zezé di Camargo & Luciano, Banda Calypso, Falamansa e Parangolé também fazem shows.

Os convites para a festa são João em São Paulo já podem ser comprados nos pontos de venda da Ingresso Rápido ou no site da empresa, no CTN (Centro de Tradições Nordestinas), nos shoppings Center Norte e Metrô Tatuapé ou pelo telefone 0/xx/11/4003-1212. Os valores variam de R$ 40 (pista) a R$ 240 (camarote). Quem comprar um ingresso para os três dias de festa terá 10% de desconto.

Transporte

Para chegar ao Anhembi, o público poderá contar com ônibus que sairão das estações de metrô Tietê (linha Azul) e Barra Funda (linha Vermelha) --a tarifa será de R$ 2,70. Alguns veículos farão horário especial, após a 0h, com destino ao centro.

No Sambódromo, uma frota do Táxi Amigão --programa da prefeitura que dá desconto de 30% na tarifa-- estará à disposição. Quem preferir ir de carro, vai pagar R$ 8 de estacionamento --caso compre antecipado. Na hora, o valor será de R$ 25.

Fonte: aqui



Editado por Nilceu

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Festa junina em Naviraí terá festivais e cavalgada



A Festa Junina de Naviraí, que será aberta nesta sexta-feira, acrescentará às atrações costumeiras um ingrediente especial, com a realização de festivais para três gêneros musicais: o pop, o sertanejo e o gospel.

O evento também é reconhecido pela tradicional cavalgada, que este ano reunirá ao menos 150 cavaleiros.

A festa acontece no Parque de Exposições Tatsue Suekane, onde foram instaladas 21 barracas de comidas e bebidas típicas, guloseimas e espaços para diversos tipos de entretenimento e rituais folclóricos.

A cavalgada abre a programação nesta sexta-feira, dia das semifinais dos festivais de música. No sábado, sobem ao palco o Grupo Batepé e a banda Free Style.

A dupla Bruno&Tiago e a banda Etna encerram a festa no domingo, logo após as finais do festival de música.

Fonte : aqui



Editado por Nilceu

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